Não sei onde está o meu limite. Como esquecer o grito da carne, porque - se Amar me é negado - ser Amado, é funda irrealidade.
O meu pensamento é inverdade, fatal me abate como o drogado. Não há aflição que não encarne, não há anseio que não me agite.
Parece-me que eu cobiço a morte, e nesta aspiração é que me anulo, em denso pessimismo sem aporte.
Ah...o meu desejo é voar mais alto (rompendo a casca/e o meu casulo) a alcançar um céu de azul cobalto! Silvia Regina Costa Lima 13 de abril de 2009 Obs: Apenas poesia
SILVIA REGINA COSTA LIMA
Enviado por SILVIA REGINA COSTA LIMA em 16/04/2009